
(Escrito em 22/07/2008)
O poema está estranho...
Está paupérrimo,
está vazio.
Os passos se perderam no caminho.
Não há sentido.
Não há razão.
Não há falta de senso ou consenso
entre os neurônios do ser pensante e do escrevente.
Falta flores, amores, horrores...
Desilusões, Ilusões, horas a fio...
Boemia, Nostalgia, drinks e canções.
Faltam românticos, Trovadores, Parnasianistas...
Arcadistas e Barrocos...
Realistas e Naturalistas...
Simbolistas e Pré-modernistas...
Misturados com Contemporâneos.
A pobreza do poema
vem do excesso de oferta.
e da falta de procura.
A pobreza dos textos está na falta de leitura,
na falta da busca pelo saber,
e na discriminação humana.
A pobreza dos jornais,
que só falam de violência,
se deve à pobreza de espírito
dos seres que praticam os crimes.
A pobreza dos jovens,
que não são tão engajados como antes.
Não se sabe ao que se deve,
muito menos ao que se dará.
(...)
Está paupérrimo,
está vazio.
Os passos se perderam no caminho.
Não há sentido.
Não há razão.
Não há falta de senso ou consenso
entre os neurônios do ser pensante e do escrevente.
Falta flores, amores, horrores...
Desilusões, Ilusões, horas a fio...
Boemia, Nostalgia, drinks e canções.
Faltam românticos, Trovadores, Parnasianistas...
Arcadistas e Barrocos...
Realistas e Naturalistas...
Simbolistas e Pré-modernistas...
Misturados com Contemporâneos.
A pobreza do poema
vem do excesso de oferta.
e da falta de procura.
A pobreza dos textos está na falta de leitura,
na falta da busca pelo saber,
e na discriminação humana.
A pobreza dos jornais,
que só falam de violência,
se deve à pobreza de espírito
dos seres que praticam os crimes.
A pobreza dos jovens,
que não são tão engajados como antes.
Não se sabe ao que se deve,
muito menos ao que se dará.
(...)
[Nota da escritora: Este poema foi escrito quando eu tinha 18 anos, muita coisa se passando naquela época: mudança não só de cidade, mas de região do Brasil, de contexto e de ambiente; pré-vestibular, primeiros fracassos; dentre muitas outras coisas. O curioso é que, até hoje, não consigo terminá-lo. Quanto mais o leio, menos eu consigo continuá-lo. Melhor deixar assim]
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